Crematório Vila Alpina – Arquitetura, personalidades e o novo coronavírus

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O Crematório Vila Alpina é o primeiro do Brasil e da América Latina e também é considerado um dos maiores do mundo. Foi construído no ano de 1974 em uma área de 134 mil metros quadrados, que oferece excelente estrutura, sendo procurado por famílias de todo o Brasil.

Antes de sua construção, havia dúvidas sobre onde o crematório seria construído. Especulou-se os Cemitérios de Perus e o de Vila Nova Cachoeirinha, até que foi tomada a decisão de que o crematório seria construído no mesmo terreno do Cemitério Vila Alpina.

Crematória Vila Alpina – Projeto arquitetônico

Seu projeto leva a assinatura da arquiteta Ivone Macedo Arantes, na época funcionária do Departamento de Cemitérios da Cidade de São Paulo. Seu projeto é caracterizado pela sua estrutura erguida sobre concreto armado aparente sobre poucos apoios e seu desenho geométrico, que remete à arquitetura moderna brasileira. Em suma, é uma edificação bastante horizontal. O prédio é formado pelo térreo e mais dois andares subsolos.

Sua sala ecumênica possui arquibancadas em formato circular para acomodação do caixão antes do processo de cremação. Este é elevado diretamente do pavimento inferior, simbolizando a subida da alma aos céus. A sala conta com sistemas de áudio e vídeo, permitindo fundos musicais e compartilhamento de imagens em tempo real de maneira virtual.

Encerrada a cerimônia, o caixão desce novamente ao subsolo, onde estão dispostas câmaras frias. Alí, o corpo permanecerá de 24 a 48 horas para cremação. Esse espaço de tempo é estipulado procurando respeitar dogmas religiosos ou questões legais, como por exemplo em casos de morte violenta, devendo o corpo ficar à disposição da justiça para eventual investigação.

No mesmo local há também dois fornos que atendem cerca de 25 cremações diariamente e 750 cremações por mês, com capacidade de cremação de dois corpos simultaneamente, além de câmaras para alojamento das cinzas até que parentes as reivindiquem. 

O Crematório Vila Alpina funciona 24 horas por dia e conta com amplo estacionamento. Apesar da sua excelente infra-estrutura, o crematório não tem salas para velório, podendo a cerimônia ser realizada no Cemitério Vila Alpina.

Crematório Vila Alpina – Personalidades

Muitas personalidades foram alí cremadas. Algumas delas são:

Paulo Autran, 7 de setembro de 1922 – 12 de outubro de 2007, foi um ator brasileiro de teatro, televisão e cinema. Formado em direito na Universidade do Largo São Francisco, inicialmente pensava em ser diplomata. Faleceu aos 85 anos vitimado por um enfisema pulmonar derivado de complicações de um câncer.

Ivani Ribeiro, 20 de fevereiro de 1922 – 17 de julho de 1995 foi uma autora de novelas brasileira. Formada pela Escola Normal de Santos, se mudou para São Paulo para cursar Filosofia. Autora de novelas como A Gata Comeu, Mulheres de Areia e a Viagem, faleceu aos 73 anos de insuficiência renal provocada por diabetes.

Crematório Vila Alpina e o novo coronavírus 

Devido ao surto do novo coronavírus, a realização de cerimônias no Crematório Vila Alpina foi suspensa. Os velórios vem ocorrendo no Cemitério Vila Alpina e, após o seu encerramento, os corpos são encaminhados diretamente para as geladeiras, onde aguardam dentre 24h e 48h para o processo de cremação. Está havendo uma demora de até 20 dias para a entrega das cinzas, devido a alta demanda.

A prefeitura de São Paulo planeja construir um cemitério vertical no mesmo terreno do Crematório e Cemitério Vila Alpina. O projeto tem previsão para ficar pronto em 2 semanas e terá capacidade para receber até 1000 corpos, todos acomodados em gavetas.

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